domingo, 14 de dezembro de 2014

Fangirl - Rainbow Rowell








Sobre a Rainbow Rowell: O que dizer dessa autora que mal conheço e já considero pakas?

Agora, falando sério: Eu queria muito compartilhar aqui no blog algumas impressões que eu tive sobre a Rainbow Rowell e os livros dela.

A Rainbow é uma escritora norte-americana especialmente conhecida pelo livro “Eleanor & Park”, que é um grande sucesso.

O estilo de escrever e os enredos da Rainbow atraem principalmente adolescentes e jovens adultos mas, eu garanto que é leitura de alta qualidade para gente de qualquer idade.

Eu decidi que vou falar sobre os livros da Rainbow na ordem em que eu os li: Fangirl, Attachments e Eleanor & Park. (Eu ainda não li Landline, que também é dela. Assim que eu ler, ele entra na fila também.)





Bom, hoje vou contar um pouco sobre o primeiro livro da Rainbow que eu li:  Fangirl. 

Eu fiquei impressionada porque mal comecei a ler e já estava  ABSOLUTAMENTE OBCECADA com este livro.

Fangirl trata de uma menina introvertida que é “anonimamente famosa” na internet por escrever fanfictions de “Simon Snow”, personagem inventado pela Rainbow que, na minha opinião, corresponde ao “Harry Potter” para a minha geração.

O que mais me deixou ligada no livro é que tudo é muito real e muito crível. Os personagens não são perfeitos ou pautados em extremos. Eles têm traços bons e ruins em suas personalidades de um jeito que fica fácil se identificar. E os erros e os acertos deles também são tão possíveis, tão reais!

A Cath, personagem principal do livro, está vivendo aquela transição escola/faculdade e passa por alguns problemas enquanto tenta amadurecer e encarar essas mudanças.

A história da personagem faz a gente sentir que, para crescer, não é preciso deixar as coisas que nós amamos para trás. E isso fez com que eu me identificasse muito com ela.

Esse livro me impressionou principalmente porque ele alivia aquela pressão que a gente sente de ter que abandonar nossos hábitos ou de provar que somos o que as pessoas esperam de nós.

Além disso, é muito fácil se apaixonar pelo modo como a autora expõe em Fangirl o amor pela escrita. Tem aquela angústia do processo criativo e a dominação que se sente quando sua mente só consegue processar uma única vontade: escrever.

“Cath imaginou-se sentada em frente ao notebook. Tentou colocar em palavras como se sentia, o que acontecia quando dava certo, quando saía alguma coisa, quando as palavras jorravam de dentro dela antes mesmo dela saber que existiam, borbulhando peito acima, como rima, como rap, como pular corda, ela pensou, pular antes que a corda lhe atinja o tornozelo.”

Eu terminei de ler Fangirl enquanto estava de férias em Nova York. Nem toda a correria da viagem me distraiu da leitura. Foi um livro incrível para um momento incrível.

Essa semana, a Rainbow avisou no Twitter que seu próximo livro será uma história sobre Simon Snow, o personagem que inspira as fanfictions da Cath.




Mal posso conter a ansiedade! E eu aposto que você vai pensar do mesmo jeito depois de ler Fangirl.




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